Melhor iPad: 4 modelos comparados em 2026
Quer saber qual o melhor iPad agora que você já decidiu comprar um e só falta escolher entre as quatro linhas atuais? A gente montou esse comparativo pra você acertar sem erro!
Na vitrine, os modelos parecem quase iguais, mas se separam no chip, no tamanho da tela e no preço, que vai do aparelho de entrada ao topo profissional. Um foi pensado pra quem navega e assiste, outro pra quem cria e trabalha pesado, e o mais caro nem sempre é o que faz sentido pra você.
Pra facilitar sua escolha, colocamos os melhores iPads de 2026 lado a lado, comparando chip, tela, tamanho e preço. Descubra qual combina com o seu uso sem pagar a mais! ✅
Quais os melhores iPads em 2026?
1. Apple iPad Pro 11 M5
Melhor iPad em Geral com chip M5 e tela OLED de 120Hz
A escolha certa pra quem quer o melhor iPad sem abrir mão de desempenho. O chip M5 e os 12GB de memória encaram qualquer app, e a tela OLED de 120Hz entrega imagem fluida do jogo ao trabalho visual.
Pontos Positivos
- Chip M5 pra qualquer tarefa: CPU de 9 núcleos, GPU de 10 núcleos e Neural Engine de 16 núcleos dão conta de edição pesada e IA no próprio aparelho.
- Tela OLED que agrada em tudo: o painel Ultra Retina XDR de 11 polegadas vai de 10 a 120Hz e chega a 1.600 nits nos trechos em HDR.
- Folga de memória e espaço: os 12GB unificados e os 256GB internos dão conta de muitos apps abertos e arquivos pesados ao mesmo tempo.
- Conexão que acompanha: Thunderbolt / USB 4 de até 40 Gb/s puxa monitor de até 6K, com Wi-Fi 7 e Bluetooth 6 pra rede rápida.
- Chamada e mídia caprichadas: quatro alto-falantes com Dolby Atmos, quatro microfones e câmera Center Stage de 12MP que segue você no vídeo.
- Leve pra levar o dia todo: 444 gramas de corpo fino que vai na mochila sem pesar de casa ao trabalho.
Pontos Negativos
- Acessórios essenciais vêm à parte: o Apple Pencil Pro e o Magic Keyboard não vão na caixa e são caros, o que soma bastante no gasto final.
- Recarga rápida pede carregador extra: a caixa traz só o adaptador de 20W, e chegar a 50% em cerca de 30 minutos exige um de 60W ou mais.
- Investimento alto: é um aparelho de topo de linha com preço elevado, então só vale se você vai aproveitar todo o desempenho.
Para quem é: se a ideia é comprar o melhor iPad sem pensar em concessão, o Apple iPad Pro 11 M5 é o topo da linha e leva o posto de melhor escolha aqui. Ele reúne potência de sobra pra criar, jogar e trabalhar pesado no mesmo aparelho, então cabe pra quem usa o tablet como ferramenta principal. Pra quem só quer navegar e assistir, ele entrega bem além do necessário.
Por que gostamos: o que puxa tudo é o chip M5 desta configuração de 256GB, que combina 9 núcleos de CPU, 10 de GPU e um Neural Engine de 16 núcleos, com 12GB de memória unificada segurando multitarefa e a IA processada localmente no Apple iPad Pro 11 M5. O painel Ultra Retina XDR de 11 polegadas usa OLED, opera entre 10 e 120Hz e alcança 1.600 nits nos picos em HDR, com gama P3 pra cor fiel no trabalho visual. Pra conectar, a Thunderbolt / USB 4 de até 40 Gb/s liga em monitor de até 6K e move arquivos grandes rápido, ao lado de Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e quatro alto-falantes com Dolby Atmos. O conjunto roda sobre o iPadOS 26, com os recursos de Apple Intelligence ativados.
Pontos de atenção: o valor não para no tablet. O Apple Pencil Pro e o Magic Keyboard são vendidos à parte e custam caro, então o gasto real sobe bastante pra quem quer a experiência completa. Na recarga, o carregador de 20W da caixa é modesto: chegar a 50% em cerca de 30 minutos só rola com um de 60W ou mais comprado junto. E, por ser topo de linha, o preço é alto e só compensa se você vai puxar todo esse desempenho.
Resumo: como melhor escolha desta lista, o Apple iPad Pro 11 M5 entrega o pacote mais completo entre os iPads: chip M5, tela OLED de 120Hz e Thunderbolt num corpo de 444 gramas que dura anos. Se você quer o melhor iPad e o orçamento cobre os acessórios, é o caminho mais seguro.
Especificações: Apple iPad Pro 11 M5
| Processador | Apple M5 (CPU 9 núcleos, GPU 10 núcleos, Neural Engine 16 núcleos) | Memória | 12GB unificada |
|---|---|---|---|
| Armazenamento | 256GB | Tela | Ultra Retina XDR OLED de 11 polegadas, 2420x1668 a 264 ppp |
| Taxa de atualização | ProMotion de 10 a 120Hz | Brilho | 1.000 nits, pico de 1.600 nits em HDR |
| Conexões | Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thunderbolt / USB 4 até 40 Gb/s | Câmeras | Traseira de 12MP com LiDAR, frontal Center Stage de 12MP |
| Áudio | Quatro alto-falantes com Dolby Atmos, quatro microfones | Sistema | iPadOS 26 com Apple Intelligence |
| Peso | 444 gramas |
| Processador | Apple M5 (CPU 9 núcleos, GPU 10 núcleos, Neural Engine 16 núcleos) |
|---|---|
| Memória | 12GB unificada |
| Armazenamento | 256GB |
| Tela | Ultra Retina XDR OLED de 11 polegadas, 2420x1668 a 264 ppp |
| Taxa de atualização | ProMotion de 10 a 120Hz |
| Brilho | 1.000 nits, pico de 1.600 nits em HDR |
| Conexões | Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thunderbolt / USB 4 até 40 Gb/s |
| Câmeras | Traseira de 12MP com LiDAR, frontal Center Stage de 12MP |
| Áudio | Quatro alto-falantes com Dolby Atmos, quatro microfones |
| Sistema | iPadOS 26 com Apple Intelligence |
| Peso | 444 gramas |
2. Apple iPad Air 11 M4
iPad Equilibrado com o poder do M4 sem o preço da linha Pro
O meio-termo certo da linha iPad pra quem quer potência de sobra sem pagar de Pro. Traz o chip M4, 12 GB de memória e tela Liquid Retina de 11 polegadas, num corpo leve que serve pra ver série, navegar e criar no dia a dia.
Pontos Positivos
- Desempenho de linha Pro: o chip M4 reúne CPU de 8 núcleos, GPU de 9 e 12 GB de memória unificada, poder de sobra pra uso pesado no dia a dia.
- Geração à frente do M1: o desempenho chega a 2,3 vezes o do iPad Air anterior, e o traçado de raios 3D fica até 4 vezes mais rápido.
- Tela boa pra assistir: a Liquid Retina de 11 polegadas é laminada, com cores P3, True Tone, antirreflexo e 500 nits de brilho.
- Bateria pro dia todo: os 28,93 Wh seguram até 10 horas navegando ou vendo vídeo no Wi-Fi, longe da tomada.
- Aceita caneta e teclado: funciona com o Apple Pencil Pro e o Magic Keyboard, então dá pra ir além do consumo e criar quando precisar.
- Conexões e porta modernas: Wi-Fi 7 e Bluetooth 6 pelo chip N1, mais USB-C (USB 3 até 10 Gb/s) que liga um monitor externo de até 6K.
Pontos Negativos
- Painel trava em 60 Hz: fica sem o ProMotion de 120 Hz da linha Pro, e a rolagem não é tão macia quanto nos modelos de cima.
- Nada de Face ID: o desbloqueio sai só pelo Touch ID no botão, sem reconhecimento facial.
- Extras custam à parte: a caneta, o teclado e os adaptadores de vídeo entram como compra separada e elevam o gasto final.
Para quem é: se você quer um tablet que faz de tudo bem sem pagar o preço da linha Pro, o Apple iPad Air 11 M4 é o melhor iPad pra uso geral no dia a dia. Ele fica no meio-termo da família: entrega quase todo o poder do topo, mas cabe melhor no bolso de quem navega, assiste, joga e cria de vez em quando.
Por que gostamos: o que sustenta essa versatilidade é o chip M4, com CPU de 8 núcleos, GPU de 9 e 12 GB de memória unificada, folga de sobra pra abrir muitas abas, rodar jogos pesados e mexer em vídeo 4K sem travar. Frente ao iPad Air com M1, o salto chega a 2,3x em desempenho, com traçado de raios 3D até 4x mais rápido. A tela Liquid Retina de 11 polegadas é laminada, com cores P3, True Tone e 500 nits, ótima pra maratonar série e ver foto com cor fiel. Na conectividade, o chip N1 entrega Wi-Fi 7 e Bluetooth 6, e a porta USB-C (USB 3, até 10 Gb/s) ainda projeta a imagem num monitor de até 6K. A bateria de 28,93 Wh aguenta até 10 horas longe da tomada, e quem precisa de internet fora de casa acha a versão Cellular com 5G por eSIM. Se bater vontade de criar, o iPad Air 11 M4 aceita o Apple Pencil Pro e o Magic Keyboard.
Pontos de atenção: a tela fica nos 60 Hz, sem o ProMotion de 120 Hz que aparece na linha Pro, diferença que salta aos olhos na rolagem pra quem já provou os 120 Hz. Pra destravar, só há o Touch ID no botão, já que falta leitura de rosto. E, pra montar o combo com caneta e teclado, a conta sobe, porque o Apple Pencil Pro, o Magic Keyboard e os adaptadores de vídeo saem à parte. Quem pega a variante Cellular ativa a internet por eSIM apenas, porque não existe entrada pra chip físico.
Resumo: como escolha equilibrada da linha, o Apple iPad Air 11 M4 junta um chip de ponta, tela muito boa e leveza por um valor mais amigável que o do topo. Se os 120 Hz e o Face ID não fazem falta pra você, ele é a boa alternativa que dá conta de quase tudo por bons anos.
Especificações: Apple iPad Air 11 M4
| Chip | Apple M4 com CPU de 8 núcleos e GPU de 9 núcleos | Memória | 12 GB de memória unificada |
|---|---|---|---|
| Tela | Liquid Retina de 11 polegadas, 2360 x 1640, 500 nits, cores P3 e True Tone | Câmeras | Traseira de 12 MP com vídeo 4K e frontal Center Stage de 12 MP |
| Conectividade | Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e USB-C (USB 3 até 10 Gb/s) | Rede celular | Versão Cellular com 5G e eSIM, sem chip físico |
| Bateria | 28,93 Wh, até 10 horas de navegação ou vídeo no Wi-Fi | Peso | Cerca de 464 g na versão Wi-Fi |
| Sistema | iPadOS 26 com Apple Intelligence |
| Chip | Apple M4 com CPU de 8 núcleos e GPU de 9 núcleos |
|---|---|
| Memória | 12 GB de memória unificada |
| Tela | Liquid Retina de 11 polegadas, 2360 x 1640, 500 nits, cores P3 e True Tone |
| Câmeras | Traseira de 12 MP com vídeo 4K e frontal Center Stage de 12 MP |
| Conectividade | Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e USB-C (USB 3 até 10 Gb/s) |
| Rede celular | Versão Cellular com 5G e eSIM, sem chip físico |
| Bateria | 28,93 Wh, até 10 horas de navegação ou vídeo no Wi-Fi |
| Peso | Cerca de 464 g na versão Wi-Fi |
| Sistema | iPadOS 26 com Apple Intelligence |
3. Apple iPad (11ª geração)
iPad Custo Benefício com chip A16 e iPadOS completo por menos
A maneira mais acessível de entrar no mundo do iPad sem abrir mão do essencial. O chip A16 dá conta de streaming, jogos e tarefas do dia, a tela de 11 polegadas rende no vídeo e a bateria de 10 horas segura o uso longe da tomada.
Pontos Positivos
- Porta de entrada da linha: traz o mesmo iPadOS e a App Store dos modelos caros, só que na faixa de preço mais acessível da Apple.
- Chip A16 sobra pro dia a dia: CPU de 5 núcleos e GPU de 4 núcleos rodam jogos pesados, streaming e vários apps abertos sem engasgar.
- Bateria pro dia todo: até 10 horas navegando ou vendo vídeo por Wi-Fi, o suficiente pra passar o dia sem procurar tomada.
- Tela grande pra entreter: 11 polegadas Liquid Retina a 500 nits com True Tone, boa pra filme, jogo e navegar em qualquer luz.
- Leve pra levar junto: 477 gramas e 7 mm cabem na bolsa e na mão sem cansar em horas de uso no sofá ou na viagem.
- Cresce com acessórios Apple: aceita o Apple Pencil (USB-C ou 1ª geração) e o Magic Keyboard Folio quando você quiser desenhar ou digitar mais.
Pontos Negativos
- Fica no USB 2.0: mesmo com conector USB-C, a passagem de arquivos pesados trava nos 480 Mb/s do padrão antigo.
- Sem Apple Intelligence: os 6 GB de RAM ficam abaixo dos 8 GB exigidos, então os recursos de IA do sistema não rodam aqui.
- Internet móvel só por eSIM: as versões celular não aceitam chip físico, então confirme antes se a sua operadora trabalha com eSIM.
- Caneta e teclado à parte: a caixa traz só o cabo USB-C e o carregador de 20W, o resto dos acessórios entra no orçamento depois.
Para quem é: Se você quer entrar no mundo Apple sem pagar o preço dos modelos Pro, o Apple iPad (11ª geração) é o melhor iPad de custo-benefício deste comparativo. Ele entrega a experiência completa do iPadOS por menos, ideal pra quem vai usar o tablet no dia a dia, entre navegar, ver vídeo e resolver tarefas leves.
Por que gostamos: o que segura o preço aqui não é corte de desempenho. O Apple iPad (11ª geração) roda o mesmo chip A16 dos modelos mais caros, então jogos pesados, streaming e vários apps abertos passam sem travar. A tela Liquid Retina de 2360 x 1640 chega a 500 nits e usa True Tone pra acertar a cor conforme a luz do ambiente, a bateria segura até 10 horas de uso e a porta USB-C ainda joga a imagem num monitor de até 4K a 60 Hz. Somando o Wi-Fi 6 e as duas câmeras de 12 MP, você leva quase tudo que um iPad mais caro faz.
Pontos de atenção: cortar o preço aparece em alguns detalhes. A porta USB-C fica no padrão USB 2.0, com teto de 480 Mb/s, mais devagar pra mover arquivos grandes. Os 6 GB de RAM deixam o aparelho fora da Apple Intelligence, que pede ao menos 8 GB, e as versões com internet móvel funcionam só por eSIM. Vale lembrar também que o Apple Pencil e o Magic Keyboard Folio não vêm na caixa, então entram no orçamento se você quiser desenhar ou digitar bastante.
Resumo: no fim, o Apple iPad (11ª geração) é a porta de entrada mais equilibrada da linha: desempenho de sobra, tela boa e bateria de dia inteiro por um preço médio abaixo dos modelos Pro e Air. Se a ideia é ter um iPad versátil pro uso geral sem estourar o orçamento, ele é a escolha mais sensata deste comparativo, contanto que você já conte com a caneta à parte.
Especificações: Apple iPad (11ª geração)
| Chip | A16, CPU 5 núcleos, GPU 4 núcleos, Neural Engine 16 núcleos | Memória | 6 GB de RAM |
|---|---|---|---|
| Tela | Liquid Retina 11 polegadas, 2360 x 1640 (264 ppp), 500 nits, True Tone | Armazenamento | 128 GB, 256 GB ou 512 GB |
| Bateria | Até 10 horas de navegação Wi-Fi ou vídeo | Câmeras | Frontal Center Stage 12 MP e traseira grande-angular 12 MP (vídeo 4K) |
| Conectividade | Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, 5G nos modelos Cellular, USB-C | Caneta | Apple Pencil (USB-C) e Apple Pencil (1ª geração) |
| Peso | 477 g (Wi-Fi) / 481 g (Wi-Fi + Cellular) |
| Chip | A16, CPU 5 núcleos, GPU 4 núcleos, Neural Engine 16 núcleos |
|---|---|
| Memória | 6 GB de RAM |
| Tela | Liquid Retina 11 polegadas, 2360 x 1640 (264 ppp), 500 nits, True Tone |
| Armazenamento | 128 GB, 256 GB ou 512 GB |
| Bateria | Até 10 horas de navegação Wi-Fi ou vídeo |
| Câmeras | Frontal Center Stage 12 MP e traseira grande-angular 12 MP (vídeo 4K) |
| Conectividade | Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, 5G nos modelos Cellular, USB-C |
| Caneta | Apple Pencil (USB-C) e Apple Pencil (1ª geração) |
| Peso | 477 g (Wi-Fi) / 481 g (Wi-Fi + Cellular) |
4. Apple iPad Mini A17 Pro
iPad Compacto de bolso com chip A17 Pro e tela de 8,3 polegadas
O iPad mais compacto do comparativo, feito pra quem quer a tela por perto o dia todo sem carregar peso. Cabe na palma da mão com 293 g e 6,3 mm, e ainda roda o chip A17 Pro com 8 GB de RAM pra assistir, navegar e jogar.
Pontos Positivos
- Cabe na palma da mão: 8,3 polegadas, 293 g e 6,3 mm de espessura, o mais fácil de segurar com uma mão só entre os analisados.
- Desempenho que sobra: chip A17 Pro com CPU de 6 núcleos e GPU de 5 núcleos, roda jogo pesado e edição de foto e vídeo.
- Memória pronta pra IA: 8 GB de RAM liberam a Apple Intelligence, com o processamento acontecendo dentro do próprio aparelho.
- Tela vibrante pra assistir: Liquid Retina de 8,3 polegadas a 326 ppp, laminada, com cores P3, True Tone e 500 nits de brilho.
- Anota e desenha com a caneta: compatível com o Apple Pencil Pro, com precisão e baixa latência no traço.
- Porta USB-C versátil: transfere em USB 3 de até 10 Gb/s e projeta a tela num monitor externo de até 4K.
Pontos Negativos
- Só Touch ID: o desbloqueio depende do leitor no botão superior, não há reconhecimento facial pra destravar sem encostar.
- Acessórios cobrados à parte: o Apple Pencil Pro e as capas Smart Folio não vêm na caixa, o que eleva o gasto real.
- Sem chip físico na Cellular: a versão com dados móveis funciona apenas por eSIM, sem bandeja pra cartão.
Para quem é: pra quem quer um iPad por perto o dia inteiro sem carregar peso, o Apple iPad Mini A17 Pro é o melhor iPad compacto do comparativo. A tela de 8,3 polegadas num corpo de 293 g e 6,3 mm de espessura cabe na palma da mão e vai no bolso da jaqueta, então você assiste, navega e responde mensagens em qualquer canto sem depender de uma mochila.
Por que gostamos: mesmo caindo na mão, o iPad Mini A17 Pro não abre mão de potência. O chip A17 Pro combina CPU de 6 núcleos com uma GPU de 5 núcleos que acelera traçado de raios, o suficiente pra jogo pesado, edição de foto e a rotina de apps aberta ao mesmo tempo. São os 8 GB de memória que destravam a Apple Intelligence, rodando a inteligência artificial localmente, sem depender da nuvem. A tela Liquid Retina laminada mostra 326 ppp com cores P3, True Tone e 500 nits, ótima pra maratonar série ou ver foto, e a autonomia chega a 10 horas de navegação. Na conexão, o Wi-Fi 6E acelera o streaming e a porta USB-C transfere em USB 3 de até 10 Gb/s, além de jogar a imagem num monitor externo de até 4K.
Pontos de atenção: o desbloqueio se resume ao Touch ID no botão de cima, sem opção de reconhecimento facial pra quem prefere destravar só de olhar. O Apple Pencil Pro e as capas Smart Folio ficam de fora da caixa, então o preço final sobe se você quer tudo junto. E, se a ideia é usar internet fora de casa, a versão Cellular só aceita eSIM, sem espaço pra chip físico.
Resumo: poucos tablets colocam esse tanto de potência num corpo tão pequeno, e é aí que o iPad Mini A17 Pro se destaca. Se a sua prioridade é ter um iPad que acompanha você pra qualquer lugar sem abrir mão de tela boa e chip forte, esse compacto compensa o preço.
Especificações: Apple iPad Mini A17 Pro
| Tela | Liquid Retina de 8,3 polegadas, 2266 x 1488 a 326 ppp, laminada, P3, True Tone, 500 nits | Chip | A17 Pro, CPU de 6 núcleos, GPU de 5 núcleos, Neural Engine de 16 núcleos |
|---|---|---|---|
| Memória | 8 GB de RAM | Armazenamento | 128 GB, 256 GB ou 512 GB |
| Câmeras | Traseira de 12 MP com vídeo 4K e frontal Center Stage de 12 MP | Conexões | Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3, USB-C (USB 3 até 10 Gb/s), 5G e eSIM na versão Cellular |
| Bateria | Até 10 horas de navegação por Wi-Fi ou vídeo | Dimensões e peso | 195,4 x 134,8 x 6,3 mm, 293 g (Wi-Fi) ou 297 g (Cellular) |
| Segurança | Touch ID no botão superior |
| Tela | Liquid Retina de 8,3 polegadas, 2266 x 1488 a 326 ppp, laminada, P3, True Tone, 500 nits |
|---|---|
| Chip | A17 Pro, CPU de 6 núcleos, GPU de 5 núcleos, Neural Engine de 16 núcleos |
| Memória | 8 GB de RAM |
| Armazenamento | 128 GB, 256 GB ou 512 GB |
| Câmeras | Traseira de 12 MP com vídeo 4K e frontal Center Stage de 12 MP |
| Conexões | Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3, USB-C (USB 3 até 10 Gb/s), 5G e eSIM na versão Cellular |
| Bateria | Até 10 horas de navegação por Wi-Fi ou vídeo |
| Dimensões e peso | 195,4 x 134,8 x 6,3 mm, 293 g (Wi-Fi) ou 297 g (Cellular) |
| Segurança | Touch ID no botão superior |
Comparativo técnico dos melhores iPads
| Modelo | Tela | Processador | Armazenamento | Bateria | Sistema | Caneta | Conectividade | Peso | Memória | Taxa de atualização | Brilho | Conexões | Câmeras | Áudio | Chip | Rede celular | Dimensões e peso | Segurança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Apple iPad Pro 11 M5 | Ultra Retina XDR OLED de 11 polegadas, 2420x1668 a 264 ppp | Apple M5 (CPU 9 núcleos, GPU 10 núcleos, Neural Engine 16 núcleos) | 256GB | — | iPadOS 26 com Apple Intelligence | — | — | 444 gramas | 12GB unificada | ProMotion de 10 a 120Hz | 1.000 nits, pico de 1.600 nits em HDR | Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thunderbolt / USB 4 até 40 Gb/s | Traseira de 12MP com LiDAR, frontal Center Stage de 12MP | Quatro alto-falantes com Dolby Atmos, quatro microfones | — | — | — | — |
| Apple iPad Air 11 M4 | Liquid Retina de 11 polegadas, 2360 x 1640, 500 nits, cores P3 e True Tone | — | — | 28,93 Wh, até 10 horas de navegação ou vídeo no Wi-Fi | iPadOS 26 com Apple Intelligence | — | Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e USB-C (USB 3 até 10 Gb/s) | Cerca de 464 g na versão Wi-Fi | 12 GB de memória unificada | — | — | — | Traseira de 12 MP com vídeo 4K e frontal Center Stage de 12 MP | — | Apple M4 com CPU de 8 núcleos e GPU de 9 núcleos | Versão Cellular com 5G e eSIM, sem chip físico | — | — |
| Apple iPad (11ª geração) | Liquid Retina 11 polegadas, 2360 x 1640 (264 ppp), 500 nits, True Tone | — | 128 GB, 256 GB ou 512 GB | Até 10 horas de navegação Wi-Fi ou vídeo | — | Apple Pencil (USB-C) e Apple Pencil (1ª geração) | Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, 5G nos modelos Cellular, USB-C | 477 g (Wi-Fi) / 481 g (Wi-Fi + Cellular) | 6 GB de RAM | — | — | — | Frontal Center Stage 12 MP e traseira grande-angular 12 MP (vídeo 4K) | — | A16, CPU 5 núcleos, GPU 4 núcleos, Neural Engine 16 núcleos | — | — | — |
| Apple iPad Mini A17 Pro | Liquid Retina de 8,3 polegadas, 2266 x 1488 a 326 ppp, laminada, P3, True Tone, 500 nits | — | 128 GB, 256 GB ou 512 GB | Até 10 horas de navegação por Wi-Fi ou vídeo | — | — | — | — | 8 GB de RAM | — | — | Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3, USB-C (USB 3 até 10 Gb/s), 5G e eSIM na versão Cellular | Traseira de 12 MP com vídeo 4K e frontal Center Stage de 12 MP | — | A17 Pro, CPU de 6 núcleos, GPU de 5 núcleos, Neural Engine de 16 núcleos | — | 195,4 x 134,8 x 6,3 mm, 293 g (Wi-Fi) ou 297 g (Cellular) | Touch ID no botão superior |
Vale a pena comprar um iPad em 2026?
Comprar um iPad em 2026 vale a pena pra quem quer um tablet que dura anos e recebe atualização de sistema por muito tempo. A grande decisão não é se vale, e sim qual linha escolher, porque as quatro famílias atuais partem do mesmo iPadOS mas mudam bastante no chip, na tela e no preço. Antes de olhar modelo, vale entender que a diferença de valor entre o mais simples e o topo passa de três vezes, então casar o iPad com o seu uso real é o que evita gastar demais ou de menos.
Os preços deste comparativo ajudam a enxergar a faixa: vão de cerca de R$ 3.800 no iPad de entrada (11ª geração) a R$ 11.500 no iPad Pro 11 M5, com o iPad mini A17 Pro por volta de R$ 6.000 e o iPad Air 11 M4 em torno de R$ 8.700. Repare que o salto de preço nem sempre vira salto de utilidade no dia a dia: pra navegar, assistir e estudar, o modelo de entrada já entrega a experiência completa do iPadOS.
Quando o iPad não compensa? Se você já tem um notebook e só precisa de tela grande esporádica, um tablet Android mais barato resolve. Se o uso é digitação pesada o dia inteiro, o teclado e o mouse de um notebook rendem mais. E se o orçamento aperta, esticar pro Pro só pra ter o melhor não faz sentido: o iPad Pro é overkill pra quem não edita vídeo, não desenha profissionalmente nem roda apps pesados.
Como escolher o melhor iPad em 2026?
A escolha se resume a casar cinco critérios com o seu uso. Cada um deles muda o preço e a experiência, então vale entender o que procurar antes de decidir.
Chip: linha A ou linha M
A Apple separa os iPads em dois grupos de processador. Os chips da linha A (como o A16 do modelo de entrada e o A17 Pro do mini) dão conta de streaming, jogos e várias abas sem esforço. Os chips da linha M (M4 no Air, M5 no Pro), os mesmos da família de computadores da Apple, entram quando você edita vídeo em 4K, mexe em muitas camadas de imagem ou roda apps profissionais. Pra maioria das pessoas, um chip da linha A já sobra. O chip M é investimento pra quem trabalha criando.
Tela: laminada, não-laminada e OLED
Três detalhes de tela importam. A laminação cola o vidro no painel, some com a camada de ar e deixa o toque mais direto: dos modelos atuais, só o iPad de entrada tem tela não-laminada, o que dá uma leve sensação de distância ao escrever com a caneta. A taxa de atualização muda a fluidez: a maioria roda a 60Hz, mas o Pro usa ProMotion de 120Hz, que deixa rolagem e traço bem mais suaves. E a tecnologia do painel: só o Pro traz OLED, com preto real e brilho de pico alto pra conteúdo em HDR. Pra ler e assistir, qualquer uma das telas Liquid Retina entrega cor boa.
Tamanho: 8,3 ou 11 polegadas
O tamanho define a portabilidade. As 8,3 polegadas do mini cabem numa mão e no bolso da jaqueta, ideal pra ler e usar em pé no transporte. As 11 polegadas do Air, do Pro e do modelo de entrada são o equilíbrio pra dividir dois apps na tela, assistir e digitar num teclado acoplado. Telas maiores rendem pra quem apoia o iPad na mesa o dia todo, mas pesam mais na mochila.
Armazenamento: 128 GB é o piso
O armazenamento não dá pra expandir depois, então erre pra mais. 128 GB é o piso saudável hoje e o ponto de partida dos quatro modelos atuais, suficiente pra apps, fotos e alguns jogos. Quem baixa muita série offline, grava vídeo ou instala jogos grandes deve mirar 256 GB ou mais. Contar só com a nuvem funciona, mas depende de internet e ocupa espaço mesmo assim com o cache.
Apple Pencil e teclado
Nenhum iPad vem com caneta na caixa, e esse é um ponto de honestidade que muita gente descobre tarde. Vale saber qual acessório cada linha aceita: o iPad de entrada trabalha com o Apple Pencil USB-C (e o de 1ª geração via adaptador), enquanto Air, Pro e mini usam o Apple Pencil Pro, mais caro e com recursos extras. O teclado também é à parte. Some esse custo ao preço do tablet se a ideia é desenhar ou digitar bastante.
Apple Intelligence e RAM
Os recursos de Apple Intelligence (geração de imagem, resumos de texto, Siri mais esperta) pedem no mínimo 8 GB de RAM. Dos modelos atuais, só o iPad de entrada fica de fora, porque traz 6 GB. Se esses recursos de IA importam pra você, mire num modelo com 8 GB. Se o uso é streaming, jogo e trabalho acadêmico, ficar sem a IA não muda quase nada no dia a dia.
Conectividade: só eSIM
As versões com internet móvel dos iPads atuais funcionam apenas por eSIM, sem bandeja pra chip físico. Antes de comprar a versão Cellular, confirme se a sua operadora ativa eSIM. Pra maioria, a versão só Wi-Fi resolve, e o celular divide a internet quando precisa fora de casa.
Qual a melhor linha de iPad em 2026?
Como tudo aqui é Apple, a decisão de marca vira decisão de linha. Cada família cobre um perfil, e a melhor é a que combina com o seu uso, não a mais cara.
iPad de entrada: a porta de acesso ao ecossistema
O iPad de entrada é o caminho mais barato pra ter iPadOS completo. Roda o chip A16, tela de 11 polegadas e bateria de dia inteiro por um preço bem abaixo das outras linhas. Abre mão da laminação da tela, dos 120Hz e da Apple Intelligence, mas entrega streaming, jogos e tarefas do dia sem travar. É a escolha certa pra estudante e pra quem quer o primeiro iPad sem gastar muito.
iPad Air: o equilíbrio pra maioria
O iPad Air pega quase todo o poder do topo por um preço mais amigável. Com o chip M4 e 12 GB de memória, ele encara edição de vídeo, muitas abas e jogos pesados. Fica só sem os 120Hz e o OLED do Pro. Pra quem cria de vez em quando e quer folga de desempenho por anos, é o meio-termo mais inteligente da linha.
iPad Pro: o topo pra trabalho profissional
O iPad Pro é o mais rápido e o mais caro. O chip M5, a tela OLED de 120Hz e a porta Thunderbolt fazem sentido pra quem edita vídeo, desenha profissionalmente ou usa o tablet como ferramenta principal de trabalho. Pra navegar e assistir, ele entrega muito além do necessário. Só compensa se você vai puxar todo esse desempenho.
iPad mini: potência de bolso
O iPad mini coloca o chip A17 Pro num corpo de 8,3 polegadas que cabe na mão. É a escolha de quem quer a tela por perto o dia todo sem carregar peso, pra ler, assistir e jogar em qualquer canto. Aceita o Apple Pencil Pro e roda a Apple Intelligence, então junta portabilidade e potência num formato que nenhuma outra linha oferece.
Perguntas Frequentes
Qual o melhor iPad custo-benefício em 2026?
Pra maioria das pessoas, o Apple iPad (11ª geração) é o melhor custo-benefício: entrega a experiência completa do iPadOS, chip A16 e bateria de dia inteiro por cerca de R$ 3.800. Quem quer folga de desempenho pra durar mais anos pode subir pro Apple iPad Air 11 M4, que traz chip da linha M por um preço intermediário.
Vale a pena um iPad recondicionado?
Pode ser uma boa forma de economizar, desde que a compra seja numa loja confiável com garantia e o aparelho ainda receba atualização do iPadOS. Confira o estado da bateria e se o modelo não é antigo demais. Se a diferença de preço pro novo for pequena, o modelo de entrada zero costuma compensar mais pela tranquilidade.
Qual iPad vem com caneta?
Nenhum. O Apple Pencil é sempre vendido à parte em todas as linhas. O que muda é qual caneta cada modelo aceita: o Apple iPad (11ª geração) usa o Apple Pencil USB-C, enquanto Air, Pro e mini pedem o Apple Pencil Pro. Some esse valor ao preço se desenhar ou anotar é prioridade.
Preciso da versão com internet móvel?
Pra maioria, não. A versão só Wi-Fi resolve, e o celular compartilha a internet quando você está na rua. A versão Cellular vale pra quem usa o iPad em campo, viaja muito ou quer GPS integrado. Lembre que a conexão móvel dos modelos atuais é só por eSIM, sem chip físico.
iPad substitui notebook?
Depende do que você faz. Pra navegar, escrever, assistir, estudar e usar apps, o iPad substitui bem, ainda mais com um teclado acoplado. Pra trabalho que depende de programas específicos de computador, muitas abas de navegador pesadas ou digitação intensa o dia todo, o notebook ainda leva vantagem. O Apple iPad Air 11 M4 é o que mais se aproxima de um substituto pra tarefas de produtividade. Se está aberto ao Android, veja também o melhor tablet no geral.
Qual iPad é melhor pra jogos?
Todos rodam jogos bem, mas os extremos se destacam por motivos diferentes. O Apple iPad Mini A17 Pro é ótimo pra jogar segurando com as duas mãos pelo tamanho compacto, e o Apple iPad Pro 11 M5 entrega a maior fluidez com a tela de 120Hz. Pra jogo casual, qualquer modelo atual dá conta.
Qual iPad rende mais pra quem estuda?
Pra estudo, o equilíbrio entre tela de 11 polegadas, bateria longa e suporte à caneta pesa mais que potência bruta. O iPad de entrada e o Air cobrem bem quem lê PDF, anota à mão e assiste videoaula. Se você quer aprofundar só nesse uso, veja nosso guia de melhor ipad para estudar com a análise por rotina de aula.
Conclusão
Pra quem quer o melhor iPad sem pensar em orçamento, o Apple iPad Pro 11 M5 é o topo: chip M5, tela OLED de 120Hz e porta Thunderbolt num corpo de 444 gramas que dura anos. Mas pra maioria das pessoas o caminho mais equilibrado é o Apple iPad Air 11 M4, que junta um chip da linha M, tela muito boa e leveza por um preço bem mais amigável que o do Pro.
Se a prioridade é gastar pouco sem perder o essencial, o Apple iPad (11ª geração) entrega a experiência completa do iPadOS por cerca de R$ 3.800. E pra quem quer a tela por perto o dia todo num formato de bolso, o Apple iPad mini A17 Pro coloca potência de sobra num corpo compacto. Casando a linha com o seu uso, você acerta na compra sem pagar por desempenho que não vai usar.
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